CURSO ON-LINE DE TERAPIA DE CASAL E RELAÇÕES AMOROSAS CONTEMPORÂNEAS

Elenice Gomes

https://orcid.org/0009-0004-6268-2577

Resumo

Este é o relato de uma experiência que ocorreu no início de 2025, quando oferecemos o curso para pessoas graduadas em psicologia. Ministrado pela plataforma Zoom, tinha uma unidade funcional de três pessoas. O curso foi oferecido e divulgado nas redes sociais, e as inscrições foram feitas por meio de um formulário do Google, aberto à participação de terapeutas de quaisquer abordagens. Por essa razão, foi necessário apresentar a vida e obra de Moreno, suas principais contribuições filosóficas, teóricas, técnicas e metodológicas. Adicionamos a esse conteúdo produções científicas de psicodramatistas pós-Moreno, bem como algumas ferramentas da abordagem sistêmica. A experiência virtual foi eficaz, demonstrada nos resultados apresentados na avaliação dos participantes. 

Palavras-chave: atendimento clínico, terapia de casal, relações amorosas contemporâneas, totalmente on-line

CURSO ONLINE DE TERAPIA DE PAREJA Y RELACIONES AMOROSAS CONTEMPORÁNEAS

Resumen

Este es el informe de una experiencia que tuvo lugar a principios de 2025, cuando ofrecimos el curso a personas con títulos en psicología. Impartida por la plataforma Zoom, contaba con una unidad funcional de tres personas. El curso se ofreció y se publicitó en redes sociales, y la inscripción se realizó a través de un formulario de Google, abierto a la participación de terapeutas de cualquier enfoque. Por esta razón, fue necesario presentar la vida y obra de Moreno, sus principales contribuciones filosóficas, teóricas, técnicas y metodológicas. Añadimos a este contenido producciones científicas de psicodramaturgos post-Moreno, así como algunas herramientas del enfoque sistémico. La experiencia virtual fue eficaz gracias a los resultados presentados en la evaluación de los participantes.

Palabras clave: atención clínica, terapia de pareja, relaciones amorosas contemporâneas, totalmente en línea

ONLINE COURSE ON COUPLE THERAPY AND CONTEMPORARY LOVE RELATIONSHIPS

Summary

This is the report of an experience that took place in early 2025, where we offered the course to people with degrees in psychology. Taught by the Zoom platform, it had a functional unit of three people. The course was offered and advertised on social networks and registration was done through a Google form, open to the participation of therapists of any approach. For this reason, it was necessary to present Moreno’s life and work, his main philosophical, theoretical, technical and methodological contributions. We have added to this content scientific productions of post-Moreno psychodramatists, as well as some tools of the systemic approach. The virtual experience was effective thanks to the results presented in the evaluation of the participants.

Keywords: clinical care, couple therapy, contemporary love relationships, fully online

INTRODUÇÃO

Este curso foi oferecido em sua quinta edição em formato totalmente on-line, com a metodologia psicodramática. Aqui recorremos à narrativa da experiência com metodologia qualitativa, segundo Bardin (2016). Para Silva (2021), citado por Barros (2025): “A internet possibilita algumas das poucas coisas que o psicodrama presencial ainda não conseguia: pessoas do país e do mundo todo se reunindo com um objetivo comum.” (p. 2). Esta experiência confirmou a eficácia do formato on-line, enriquecida pelos recursos da escolhida plataforma Zoom. Orientamos aos participantes a instalação dela em seus aparelhos e fornecemos instruções para o uso do aplicativo: recomendamos todos estarem em lugar silencioso e privativo para assegurarmos a confidencialidade de casos clínicos trazidos. Optamos por não gravar as aulas para garantirmos eticamente o sigilo das exposições das pessoas.

No curso foram abordadas as relações amorosas contemporâneas, tais como: casais diádicos homo, bi e transsexuais; trisais; relações poliamorosas e não monogâmicas, objetivando lidar com esses marcadores sociais para inclui-los nessa modalidade de atendimento clínico.

A divulgação do curso foi feita exclusivamente pelo NEPSIS (Núcleo de Estudos de Psicodrama e Sistêmica) e por nossas redes sociais, através de cinco cards: neles contêm informações adicionais. Foram produzidos pela publicitária Ana Paula Ramos, cuja produção e divulgação foram patrocinadas pelo NEPSIS.

Figura 1 publicada em fevereiro de 2025 no feed  instagram.com/nepsissantos

No alto da imagem da Fig. 1 temos a logo do NEPSIS e na parte inferior, três outras: a da Associação Paulista de Terapia Familiar, da Associação Brasileira de Terapia Familiar, das quais o NEPSIS, através de sua coordenação, é afiliado ao Instituto Mineiro de Psicodrama. Essas três entidades chancelaram o curso, que teve 36 horas/aula, com certificação a quem obtivesse mais de 80% de frequência sincrônica pelo Zoom.

A metodologia do curso e o público-alvo constam na Fig. 2, pois o Psicodrama ou Socionomia “aproxima-se de uma experiência existencial através do olhar e da relação com o outro, resultando no sentimento de unidade, transcendendo assim, as noções de dentro e fora, de tempo e de espaço” (Vidal & Amaral, 2025, p. 4), assim como “transcende a rigidez imposta pela divisão binária e colonial das formas de pensar, pesquisar e trabalhar, e supera os limites do conhecimento eurocêntrico e das elaborações intelectuais resultantes da modernização” (Vomero & Nery, 2024, p. 3).

Figura 2 publicada em fevereiro de 2025 no feed instagram.com/nepsissantos

O conteúdo foi publicado na Fig. 3, com relevância para o estudo dos conceitos morenianos de papel e vínculo, dado que: “uma forma de encontrar a verdade pessoal e familiar de cada um é permitindo novos padrões de consciência, questionando-se: quem eu sou diante dos outros que complementam meu papel? Quem eu sou para o outro que espera algo de mim?” (Castro & Maciel, 2020, p. 2)

Figura 3 publicada em fevereiro de 2025 no feed instagram.com/nepsissantos

Por fim, a nossa ação afirmativa, na intenção de contracolonizar práticas heteronormativas e predominância da branquitude, foi publicada através da Fig. 4:

Figura 4 publicada em fevereiro de 2025 no feed instagram.com/nepsissantos

DESENVOLVIMENTO

Iniciamos o curso com a unidade funcional completa – Fig. 5:

Figura 5 publicada em fevereiro de 2025 no feed instagram.com/nepsissantos

Adotamos o livro-texto “Psicodrama: Sexualidade e Terapia de Casal” de José Carlos Landini, publicado pela Editora Juruá em 2014. Embora a publicação tenha se dado nesta data, entendemos que seria um ótimo guia, uma vez que o autor – já falecido – além de ser psicodramatista didata supervisor, era médico psiquiatra e terapeuta sexual. Nos baseamos nesta magnífica obra cultural do colega, ressaltando que em algumas partes do livro atualizamos informações e revimos a linguagem contida nele, trazendo para a nossa realidade de letramento atual. Justificamos essa escolha concordando com Juliana dos Santos Soares (cap. 6, em Nery, Eutrópio & Vomero): “ainda vivemos, na segunda década do século 21, sob forte influência do ideal de amor romântico como modelo de relacionamento afetivo-sexual” (p. 109).

Apresentamos as pessoas presentes no primeiro dia, estabelecendo o nosso Contrato e o Cronograma, além de fazermos um Sociodrama para delinearmos o perfil do grupo.

O Contrato 

Feita a leitura coletiva, esclarecemos que ele não será replicado aqui para resguardar dados confidenciais nele contido.

O Cronograma 

Nosso plano de trabalho se iniciou no dia 10 de março e seguiu até 14 de julho com duas horas cada aula, semanalmente, às segundas-feiras das 20 às 22 horas (horário de SP), totalizando as 36 horas/aula. Temas abordados: 

  • O que é Psicodrama?  
  • Definição coletiva de Amor e Casal e os tipos de relações amorosas 
  • Moreno: sua vida e obras
  • Matriz de Identidade por Moreno e Fonseca  
  • Teoria da Ação: Espontaneidade, Criatividade e Conserva Cultural
  • Teoria dos Papéis/Vínculos e sua correlação com a Matriz de Identidade
  • Tele e transferência 
  • Tele e Transferência na relação conjugal, definindo o casal na sua Cotidianidade, Projeto Vital Compartilhado e Sexualidade e interfaces com o Direito de Família
  • Técnicas básicas do psicodrama: duplo, espelho, inversão de papéis e solilóquio
  • Trisal e Vínculos de casal e suas patologias
  • Relações poliamorosas ou poliafetivas
  • Casal simbiótico e casal disjuntivo.
  • Sexualidade e gênero na conjugalidade e as principais disfunções sexuais
  • Considerações sobre as diversas parafilias
  • Triângulos afetivos nos casais.
  • Segredos e Mentiras no Casamento
  • Genograma 
  • Genodrama
O Sociodrama

Obtivemos 8 pessoas inscritas definitivamente para o curso. Dessas, 6 tinham vínculos com algumas federadas da FEBRAP: Impsi, Sopsp, Abp e (ex)Ippgc. As outras duas pessoas eram psicólogas que tinham muito interesse em conhecer o psicodrama. O perfil do grupo foi heterogêneo sob o ponto de vista de gênero, orientação sexual, raça e estado civil: 

  • 6 mulheres se declararam heterossexuais e uma bissexual
  • um homem homossexual
  • 4 pessoas negras e 4 pessoas brancas
  • 5 pessoas em relações maritais somente diádicas e diversas: do tipo heteronormativa (monogâmica), não monogâmica e relação aberta  
  • 3 solteiras

Dessas 8 pessoas inscritas, todas tinham experiência clínica em atendimento bipessoal (terapeuta/cliente) ou individual e algumas já atendiam casais. Só uma pessoa desistiu no último mês do curso, devido a impossibilidade de ter com quem deixar a filha para assistir às aulas. As 7 demais obtiveram mais de 80% de frequência, preenchendo os critérios para obtenção do certificado de aperfeiçoamento de suas práticas clínicas.

Destacando o tema, recorremos à orelha do livro de Núñes (2023):

Quando questionamos as monoculturas, é comum nos sentirmos em perigo, mas não estamos; o risco real está em permanecer nelas. Não estamos em perigo se quem amamos beija outras pessoas. Não estamos em perigo quando a beleza e o encanto do mundo fazem nossos olhos brilharem. Perigo mesmo é acreditar que a vida não deve admitir a concomitância. Perigo é achar que o desejo do outro deve determinar todo e qualquer valor que temos no mundo. Celebrar nossas paixões é tão legítimo quanto nadar no rio: a mesma natureza que nos deu a vida nos presenteou com a liberdade. Por isso, o primeiro território que descolonizo é minha pele.

Com essa premissa, abordamos casais diádicos heterossexuais, homo, bi e transsexuais da mesma forma, pois todos os pares são compostos de atrações sociométricas semelhantes. Sociodinamicamente, realizamos role-plays com esse tipo de configuração como “estratégia de metodologia ativa” (Sória, 2025, p. 2), pois era o predominante nas práticas do grupo. O objetivo era conectar teoria e prática, treinando e desenvolvendo o papel de terapeuta de casal, pois “desenvolvemos nossas relações por meio dos papéis que desempenhamos” (Gramkow, D., & Iunes, A. L. S. 2025, p.3).

Os trisais foram entendidos como relações de compromisso de longo prazo do ponto de vista afetivo e/ou sexual entre três pessoas. Nelas pode haver ou não sexo entre todas as pessoas. O subtipo de relação em V é quando somente duas pessoas se relacionam afetivo/sexualmente. Já no subtipo triangular há sexo e afeto entre todas as partes envolvidas, podendo cada uma delas ter diversidade de gênero e/ou orientação sexual. As relações poliamorosas envolvem compromisso entre pessoas, onde os pactos ou combinados devem ser feitos cuidadosamente, dada a complexidade relacional. E as relações não monogâmicas são compreendidas dentro de algumas polêmicas, dada a força histórica da heteronormatividade e do direito legal apenas à monogamia pela legislação brasileira atual. Núñez (2023) nos ensina que os prefixos poli e mono não são uma questão numérica de estar com apenas uma ou mais pessoas, sendo este um equívoco recorrente. “Nem monogamia é sobre um/único e nem não monogamia corresponde necessariamente a vários” (p. 55).

O curso online nos garantiu versatilidade e dinâmica na evidenciação sociátrica, oferecendo os recursos: de destacar pessoas que estejam falando na tela perante as demais; abrir e fechar áudios e câmeras auxiliando a demarcação do palco psicodramático; renomear pessoas quando tomam papéis de outros personagens; caracterizar personagens com adereços oferecidos pelo aplicativo e subdividir a turma em subgrupos para trabalharem em salas separadas. Pela lousa branca fizemos exercícios sobre a construção do Genograma, explicado no prefácio pela terapeuta familiar Mathilde Neder no livro de Ceverny (2014): “O ‘genograma’ é comumente tratado como a representação gráfica da constelação familiar multigeracional, como um mapa dos caminhos do sistema de relações familiares”. Assim, demos a tarefa com instruções apostiladas prévias para cada participante fazer o exercício do seu próprio genograma, em casa, manualmente, numa folha de sulfite. Na aula seguinte, na lousa do app, construímos coletivamente um modelo como forma de demonstração e correção de como se faz todos os alinhamentos gráficos, mostrado na Fig. 6 abaixo:

Figura 6: extraída pela ferramenta de captura do Zoom

O objetivo do Genograma, segundo Vitale (2004, p. 234)), é averiguar quais os padrões de relações que se repetem no relacionamento conjugal especialmente, permitindo a cada um dos cônjuges localizar no interior de suas famílias a origem do processo vivido e as escolhas de parcerias feitas atualmente entre eles. Construídos os genogramas, os casais podem perceber como “as histórias familiares integram, portanto, em medidas variadas, o patrimônio relacional dos casais e podem ser apreendidas nos processos terapêuticos por meio do genodrama”. Esse nada mais é do que a dramatização do núcleo central dos conflitos enfrentados e identificados pelo próprio casal em terapia, podendo evidenciar o coinconsciente familiar de cada cônjuge, na repetição de padrões relacionais, à luz do genograma. 

CONCLUSÃO

A avaliação do curso foi feita pelos participantes, que responderam a um questionário aberto, de forma online e enviado por outro formulário do Google, apenas categorizando os seguintes eixos: Metodologia, Conteúdo, O Grupo, Habilidades adquiridas e Sugestões. Pedimos a cada pessoa que escrevesse um parágrafo de cada item, compartilhando sua percepção de forma sincera e clara. 

Compilamos abaixo os itens quanto a:

Metodologia

Foi excelente, com teoria e prática bem articuladas e interativas, com indicações bibliográficas consistentes. Também foi interessante e eficaz em sua didática. Alguém sugeriu mais ação dramática no início das aulas, com aquecimento corporal.

Conteúdo

Esclarecedor, relevante, ótimo, aprofundado e atual. O interesse pela interface com o Direito de Família foi despertado. A generosidade do material entregue pelas pessoas nas dramatizações foram ressaltadas, assim como ficou a vontade de uma educação continuada no tema: terapia de casal.

O grupo

Alguns temas foram próximos, outros mais distantes do grupo como um todo, dada a sua heterogeneidade de linha de abordagem no trabalho clínico, embora esse fator também tenha agregado no aprendizado. Houve sinergia, com diálogos abertos e construtivos, tornando o grupo gostoso, confiável, confortável, diverso e apaixonante. Para alguém, o grupo poderia ter sido maior, no que concordamos.

Habilidades adquiridas

Novas ferramentas como o genograma e genodrama. Houve a compreensão mais profunda da terapia vincular através do Psicodrama e aquisição das principais técnicas da terapia conjugal: duplo, solilóquio, espelho, inversão de papeis e escultura. Foi aberto um novo repertório no trabalho clínico, com conhecimento das percepções e dinâmicas de casal, através da importância de uma escuta ativa e reflexiva

Sugestões

Mais tempo de curso para aprofundar as dinâmicas conjugais, a sexualidade no vínculo (desejo, intimidade, traição) e o desgaste relacional. Mais atividade em subgrupos, mais supervisões e mais role plays. Uma pessoa destacou que poderia ter havido mais aquecimento no início das aulas, no que concordamos e lamentamos, pois os atrasos de algumas pessoas nos dificultava muito o início das aulas no horário combinado.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Nos chamou a atenção o fato de que, ao treinarmos a técnica do espelho num role play, psicodramatistas desconhecessem as variações da técnica, subdividida pelo nosso colega Landini na obra referida em tipo 1 (posição reflexiva, com distanciamento de si mesmo) e tipo 2 (arremedo do protagonista). 

Por tudo, nos motivamos a continuar com novos projetos dramáticos de educação continuada, tão necessária em nossas carreiras profissionais, pautadas nos movimentos sociais em transformações contínuas da nossa realidade brasileira. Também “é essencial que a formação em psicodrama forneça subsídios para uma atuação psicoterapêutica, social, política e educacional em contextos diversos, considerando a complexidade das realidades contemporâneas” (Coelho, 2025, p. 3). E fica “…um convite para refletir sobre a corresponsabilidade na constituição da realidade social e o alcance das leituras sociométricas dos fenômenos relacionais e voltados para a produção de subjetividade e de saúde mental no século XXI” (Vasconcelos, 2025, p. 2). 

Acreditamos que a partilha dessa experiência possa contribuir com outras novas e inovadoras, sempre com a perspectiva de atualizações, adequações e inclusões dos fenômenos vividos e experienciados existencialmente por nós, seres humanos. 

REFERÊNCIAS

Bardin, L. (2016) – Análise de conteúdo – Edições 70, São Paulo.

Barros, R. (2025). Psicodrama online: expansão e novas possibilidades como

consequências da pandemia de Covid-19. Revista Brasileira De Psicodrama33

Recuperado de https://revbraspsicodrama.org.br/rbp/article/view/630

Castro, A., & Maciel, M. (2024). Devolução de heranças familiares: um estudo de caso

de legados transgeracionais. Revista Brasileira De Psicodrama32. Recuperado

 de https://revbraspsicodrama.org.br/rbp/article/view/675.

Ceverny, C. M. O. – O livro do genograma – – São Paulo, Roca, 2014.

Coelho, A. C. F. (2025). A orientação psicodramática: olhar crítico para uma clínica 

(psico) terapêutica, política e (socio)educacional. Revista Brasileira De

 Psicodrama33. Recuperado de https://revbraspsicodrama.org.br/rbp/article/view/705

Gramkow, D., & Iunes, A. L. S. (2025). Ressignificando histórias na realidade

suplementar por meio do vínculo terapeuta-paciente. Revista Brasileira De 

Psicodrama33. Recuperado de https://revbraspsicodrama.org.br/rbp/article/view/690

https://www.instagram.com/nepsissantos?igsh=OGJpdjl3YnR2dTE3

Nery, M. da P., Eutrópio, A. C. & Vomero, L. de S. Z. (orgs.) – Sexualidades, corpos e 

poder: desobediências criadoras” – São Paulo, Ágora, 2024.

Núñez, Geni – Descolonizando afetos: experimentações sobre outras formas de amar – 

São Paulo, Planeta do Brasil, 2023.

Sória, R. G. de L. (2025). Reflexões sobre vínculos pela dramatização na mentoria em 

grupo de universitários. Revista Brasileira De Psicodrama33. Recuperado de

https://revbraspsicodrama.org.br/rbp/article/view/704

Vasconcelos, T. T. de. (2025). Sociodrama do Povo Brasileiro: Reflexões sobre 

Socionomia e subjetividade digital. Revista Brasileira De Psicodrama33

Recuperado de https://revbraspsicodrama.org.br/rbp/article/view/642

Vidal, M. O., & Amaral, M. S. da S. (2025). Das raízes à primeira vez: quem tem medo

do psicodrama? Revista Brasileira De Psicodrama33. Recuperado de 

https://revbraspsicodrama.org.br/rbp/article/view/681

Vitale, M. A. F. (org.) – Laços amorosos: Terapia de casal e psicodrama – São Paulo,

Ágora, 2004.

Vomero, L. de S. Z., & Nery, M. da P. (2024). Escola da anarquia: psicodrama e 

letramento LGBTQIA+ e racial. Revista Brasileira De Psicodrama32.

 Recuperado de https://revbraspsicodrama.org.br/rbp/article/view/660

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